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sexta-feira, 30 de março de 2012

Cirurgia para aumentar os seios completa 50 ANOS


Cirurgia para aumentar os seios completa 50 ANOS


As mulheres que tiveram os seios aumentados ou reconstruídos devem agradecer ao médico Thomas Cronin pela invenção da técnica há 50 anos.
Em 2010, um total de 1,5 milhão de mulheres se submeteram a esta que é a segunda cirurgia estética mais procurada no mundo todo.
Tuca Vieira/Folha Imagem
Primeiro implante siliconado foi feito pelo médico Thomas Cronin; cirurgia é a segunda mais procurada pelas mulheres
Primeiro implante siliconado foi feito pelo médico Thomas Cronin; cirurgia é a segunda mais procurada pelas mulheres
A primeira das mulheres que ouviu sobre um implante de mamas foi Timmie Jean Lindsey, uma funcionária de uma fábrica do Texas.
Mãe de seis filhos gerados durante um casamento precoce aos 15 anos, Timmie queria remover dos seios suas tatuagens com desenho de rosa. Até que a equipe de Cronin fez uma sugestão não relacionada ao caso: se ela havia pensado em fazer um implante das mamas.
O primeiro protótipo, porém, foi testado em uma cadelinha de nome Esmeralda para depois os médicos partirem para Timmie. Aos 80 anos, ela ainda têm os primeiros peitos siliconados no peito e continua a morar no Texas.
Segundo Thomas Biggs, um médico residente que trabalhou sob supervisão de Cronin, a ideia do implanete veio quando um de seus colegas, Frank Gerow, foi até um banco de sangue, conta ao jornal britânico "Guardian".
Na época, o armazenamento de sangue em garrafas de vidro dava lugar a sacos plásticos. "[Gerow] estava caminhando pelo corredor com um saco de sangue e sentiu que tinha a mesma maciez de um seio", lembra Biggs.
Uma série de ocorrências oportunas ajudou na criação do peito siliconado. Durante uma conferência de cirurgia plástica em New Orleans, Cronin encontrou um antigo residente que lhe contou sobre uma companhia que produzia um produto interessante.
Esse material era bem aceito pelo corpo humano e poderia ser fabricado em vários níveis de viscosidade, desde a forma líquida para a sólida.
Estima-se que, mundialmente, há entre 5 milhões e 10 milhões de mulheres com seios siliconados, motivadas por questões estéticas, reconstrução após mastectomia ou mesmo cirurgias de mudança de sexo.

Namorada de Cristiano Ronaldo cobre os seios com sandálias


celebridades

Namorada de Cristiano Ronaldo cobre os seios com sandálias


A modelo russa Irina Shayk, namorada de Cristiano Ronaldo, que aparece cobrindo os seios com sandálias em campanha
Irina Shayk, 26, voltou a mostrar por que encantou o jogador Cristiano Ronaldo e mais uma legião de fãs.
A modelo russa fez um ensaio sensual para uma marca espanhola de roupas e acessórios.
Em algumas das fotos, como na que ilustra este texto, ela aparece sem blusa, cobrindo os seios com um par de sandálias.
Na campanha, ela aparece ainda ao lado do modelo brasileiro Arthur Sales

Cerca de 25% dos motoristas dirigem bêbados


Cerca de 25% dos motoristas dirigem bêbados

Diretor da Abramet fala dos efeitos do álcool sobre os condutores e diz que não há limite mínimo ideal para consumo


Cerca de 25% dos motoristas brasileiros costuma dirigir após ingerirem bebidas alcoólicas. A informação é do diretor da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), Dirceu Rodrigues.


Segundo ele, muitos motoristas bebem ao dirigir por achar que o consumo de pequenas quantidades não interfer na capacidade de direção. No entanto, ele discorda da tese. “O álcool deprime o sistema nervoso central, atrapalhando o raciocínio e causando retardo nos reflexos”.


Segundo ele, a quantidade mínima ideal varia muito por pessoa. “Depende de vários fatores, como peso, altura, sexo e metabolismo”.


Campanha


Os veículos de comunicação do Grupo Bandeirantes entram em peso em uma campanha pelo aumento do rigor nas punições a motoristas que dirigem após o consumo de bebidas alcoólicas.


Participe da campanha para aumentar o rigor da Lei Seca 


O objetivo é reunir pelo menos 1,3 milhão de assinaturas, em todo o Brasil, para a proposição de um projeto de lei de iniciativa popular, que vai alterar a lei nº 9.503, de 1997. Até agora, mais de 260 mil pessoas já aderiram.


Corre-corre pró-Lei Seca toma conta do DF


Corre-corre pró-Lei Seca toma conta do DF

Após a decisão do STJ de que só o bafômetro ou exame de sangue são provas para processo; governo promete votar mais rigor da lei


Um dia depois de o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidir que só o teste do bafômetro ou um exame de sangue pode servir como prova para abertura de processo criminal contra um motorista embriagado, o governo e deputados prometeram votar, logo, projetos que endureçam a Lei Seca.  

O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), disse ontem que a Casa irá votar  nos próximos dias projeto que considera crime dirigir depois de ingerir qualquer quantidade de bebida alcoólica. Hoje, só pode ser responsabilizado criminalmente o motorista flagrado com mais de seis decigramas de álcool por litro de sangue. 

Aprovada no Senado no final do ano passado, a proposta também acaba com a obrigatoriedade do teste do bafômetro para comprovar que um motorista está bêbado. 

De  acordo com o projeto, “prova testemunhal, imagens, vídeos ou a produção de quaisquer   outras provas em direito admitidas" também valem para incriminar o motorista. “A decisão do STJ só nos demonstra a necessidade de votar com mais agilidade e rapidez a lei porque vai  orientar as próximas e futuras decisões que vão ser tomadas com os tribunais", disse Maia.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que o governo federal também é favorável  ao endurecimento da Lei Seca. Ele afirmou que a possibilidade de incluir outras provas de  embriaguez, além do uso do bafômetro e do exame de sangue, ganhou urgência depois da decisão do STJ. 

“Agora, já há uma decisão final e isso faz com que nós tenhamos rapidamente que dialogar com o Poder Legislativo para mudarmos a lei. É necessário para que possamos continuar tendo uma ação muito dura em relação a pessoas que de forma irresponsável bebem e dirigem", afirmou.

Segundo ele, a intenção do governo é usar projetos que já tramitam no Congresso para que o motoristas alcoolizados possam ser processados criminalmente com base em outras provas.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Dez motivos para odiar o 'Big Brother Brasil'

Televisão

Dez motivos para odiar o 'Big Brother Brasil'

Os clichês de Bial, o excesso de ações de merchandising e o narcisismo dos participantes fazem do reality show um dos programas mais irritantes da TV

Pedro Bial no 'BBB12' Pedro Bial no 'BBB12' ( TV Globo/Frederico Rozário)
A 12ª edição do Big Brother Brasil chega ao fim nesta quinta-feira. Além da definição do novo milionário coroado pelo programa, a final traz também o alívio para muitos telespectadores que não fazem a mínima questão de "dar aquela espiadinha". São muitos os motivos que inspiram a formação de um grupo que não torce para nenhum participante, mas sim para que o BBB acabe mais cedo do que o previsto.
Os discursos indecifráveis de Pedro Bial somados às ações excessivas de merchandising e os gritos de "uhuu", que dominam o programa, são apenas alguns dos elementos que fazem parte da longa lista de motivos para odiar o BBB. Outras explicações são a hegemonia das mulheres siliconadas e as personalidades narcisistas que povoam a casa.

Mulheres siliconadas

Nesta edição, das oito mulheres confinadas, cinco ostentaram seios siliconados. A comissão de frente avantajada, além de chamar ainda mais atenção para as moças em seus biquínis, aumenta as chances de receber um cachê gordo para posar numa revista masculina após a eliminação.

Shows ruins

O BBB acumula, a cada edição, atrações musicais piores do que as outras. Numa tentativa de animar a casa, esta edição teve apresentações de Luan Santana e Michel Teló. Os confinados não escaparam do efeito devastador das músicas e passaram dias repetindo refrãos como Ei, Psiu! Beijo me Liga e Ai, Se Eu Te Pego.

Rebolado

Entra e sai edição, mas em todas elas o tal do rebolado está sempre presente. Ele demora para aparecer, mas basta a primeira festa acontecer para as mulheres o colocarem em prática.

Uhuu!!

Brindes, comemoração, festas. Muitas são as ocasiões, mas o modo de expressar a euforia é sempre o mesmo. Basta um brother começar com o grunhido que é seguido por todos os demais. O comportamento transporta os moradores da casa montada no Projac diretamente para a era dos homens da caverna.

Discursos de Pedro Bial

É quase uma incoerência. A direção do Big Brother Brasil tem como pré-requisito, na escolha dos participantes, que as pessoas estejam mais interessadas em aparecer do que em pensar. Apesar disso, escala um apresentador interessado em exibir sua erudição e sapiência diante das câmeras. A tentativa de Bial de promover algum tipo de reflexão ao citar frases de escritores e filósofos nunca dá certo. Confinados e público quase sempre terminam de olhos arregalados, como se tivessem diante de um discurso chinês. Melhor seria incluir no kit confinamento exemplares do Guia Prático Para Entender o que Pedro Bial Quer Dizer.

Participantes narcisistas

Almejar ser participante de um reality show é o mesmo que ter um desejo intenso de aparecer. O elenco do Big Brother Brasil reúne a nata evolutiva dessa espécie narcisista e viciada em seu reflexo no espelho. O fato de a casa cenográfica ser coberta de espelhos, que escondem as câmeras, permite que os participantes deem máxima vazão a esse impulso. Isso explica fenômenos como as manhãs em que Laisa já acordava com a corda toda e dançava com o traseiro empinado em direção às câmeras. Ou, então, os momentos em que muitos se entretêm sozinhos, em discussões consigo mesmos.

Excesso de merchandising

As ações de merchandising na TV nunca são sutis, mas quando realizadas no Big Brother Brasil assumem proporções irritantes. As provas são criadas mais para mostrar as marcas dos anunciantes do que para testar os participantes. Disso resultam situações embaraçosas, como uma prova em que os 16 participantes foram obrigados a se enfiar dentro de um carro. 

Onipresença de Ana Maria Braga

Os brothers até tentam esboçar um ar de surpresa ao dar de cara com a apresentadora Ana Maria Braga no jardim do confinamento, mas a visita é tão inesperada quanto os discursos enigmáticos de Pedro Bial a cada eliminação. Como o programa Mais Você é exibido de manhã, a brincadeira é sempre a mesma. Ela entra na casa e solta seu indefectível bordão: “Acorda, menina!”

Cordialidade na votação

A desculpa é sempre a mesma, a tal da falta de afinidade. Para não criticar os desafetos no confessionário, e talvez atrair a antipatia do público, os brothers abusam da cordialidade na hora de mandar alguém para o paredão. A recusa em apontar os defeitos dos outros transforma o jogo em algo monótono.

Celeiro de subcelebridades

Uma vez ex-BBB, para sempre ex-BBB. A cada ano o Big Brother Brasil despeja nas ruas do Rio de Janeiro uma quantidade de subcelebridades muito maior do que o mercado de publicidade e participação em festas é capaz de absorver. O resultado são pessoas em crise de abstinência que fazem qualquer negócio para voltar a ser o centro das atenções.

A queda do último moicano do DEM

Crise

A queda do último moicano do DEM

Demóstenes Torres, atingido por denúncias de relação com chefe de quadrilha, era a principal aposta do partido para retomar influência no plano nacional. Era

Gabriel Castro
Com Demóstenes sangrando, torna-se mais evidente a falta de quadros de peso no DEM para reerguer o partido Com Demóstenes sangrando, torna-se mais evidente a falta de quadros de peso no DEM para reerguer o partido (AE)
A crise envolvendo o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) - e suas agora investigadas relações com Carlinhos Cachoeira, chefe da máfia de caça-níqueis em Goiás - atinge em cheio um já cambaleante Democratas. Um dos principais partidos do Brasil (e o único a defender de forma enfática o ideário liberal), o DEM tem sofrido uma agonia dolorosa nos últimos anos. O processo parece ter se inciado com a morte de Antonio Carlos Magalhães, patrono da sigla, em julho de 2007. O partido acabara de mudar de nome, deixando para trás o antigo PFL. Já havia sinais de perda de influência. De lá para cá, a legenda entrou em uma decadência assustadoramente rápida.
A tentativa de transição para as gerações mais novas, na figura do então presidente Rodrigo Maia, mostrou-se malsucedida. Isso, somado à alta popularidade do regime lulista e à revelação dos pecados cometidos por figuras de primeira grandeza na legenda, gerou um cenário de esvaziamento: o partido foi perdendo, uma a uma, suas figuras mais promissoras.
Em 2009, a operação Caixa de Pandora desmontou um amplo esquema de corrupção comandado pelo então governador José Roberto Arruda e seu vice, Paulo Octávio, no governo do Distrito Federal. Até que os desmandos viessem à tona, a dupla vinha transformando a gestão local em uma vitrine para o partido. Arruda e Octávio, favoritos à reeleição no ano seguinte, eram jovens o suficiente para permitir sonhos maiores à cúpula do DEM. Acabaram varridos do mapa.
Restava, então, o prefeito paulistano Gilberto Kassab. A administração da maior cidade do país se tornou o principal posto do DEM no Executivo, já que Arruda era o único governador da legenda entre 2007 e 2010. Mas, no ano passado, a falta de habilidade de Rodrigo Maia e a ambição de Kassab causaram um racha que motivou o nascimento do PSD. O novo partido levou um bom pedaço do DEM. Entre outros nomes, o novo partido tirou do ex-PFL outras três  figuras que poderiam significar uma renovação no partido: a senadora Kátia Abreu, o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, e o ex-deputado Indio da Costa, vice de José Serra na última eleição presidencial.
Debandada - A influente família Bornhausen acompanhou a debandada de Kassab. Outros nomes tradicionais do partido, como Heráclito Fortes e Marco Maciel, haviam ficado pelo caminho graças a derrotas eleitorais em 2010. Neste cenário, Demóstenes Torres reinava como a mais promissora figura do partido. Articulado, o ex-promotor de Justiça se mostrava implacável ao cobrar o governo diante de deslizes éticos. A projeção que o parlamentar acumulou levou alguns colegas a defender o nome dele como candidato do partido à Presidência da República. A ideia era começar em breve a percorrer o Brasil para, aos poucos, deixar o senador conhecido do eleitorado nacional.
Mas isso é passado. O novo Demóstenes, recluso, foge da imprensa e pede ao antigo rival Renan Calheiros ajuda para não ser cassado. Mesmo se escapar, o parlamentar não conseguirá se recuperar dos danos sofridos pela proximidade com Carlinhos Cachoeira. Com Demóstenes sangrando, torna-se mais evidente a falta de quadros de peso no DEM para reerguer o partido em um futuro próximo.
Além de Demóstenes e do sobrevivente José Agripino Maia (que acumula a função de presidente do partido e líder da bancada no Senado), o reduzido time do partido no Senado é composto por dois suplentes (Maria do Carmo Alves e Clóvis Fecury) e um parlamentar de visibilidade limitada e idade avançada, Jayme Campos. O único governo comandado pelo partido é o do Rio Grande do Norte. E a governadora Rosalba Ciarlini não empolga os correligionários.
Na Câmara, nomes como ACM Neto e Ronaldo Caiado dispõem de razoável influência. Mas, por ora, falta rodagem a um e a outro para permitir sonhos mais altos aos democratas.
AE
Silêncio: Demóstenes tem evitado circular pelo Congresso
Silêncio: Demóstenes tem evitado circular pelo Congresso 
Calvário - O senador Demóstenes Torres foi atingido pela operação Monte Carlo, da Polícia Federal. As autoridades desmontaram uma extensa rede criminosa comandada por Carlinhos Cachoeira, empresário e controlador da máfia dos caça-níqueis no estado de Goiás. Foram presos policiais militares, civis e federais que tinham participação no esquema. Mas a maior surpresa veio de conversas entre Demóstenes Torres e Cachoeira, interceptadas pelos policiais. Além de ter recebido do criminoso um presente de casamento no valor de 30 000 dólares, o senador foi flagrado pedindo auxílio financeiro e negociando o uso de um jatinho de Cachoeira.

Novas conversas de Cachoeira reveladas pelo Jornal Nacional desta quinta-feira tornaram a situação do senador ainda mais complicada. O chefe da quadrilha aparece negociando recursos com comparsas e, em vários trechos, cita o nome do parlamentar. Carlinhos Cachoeira chega a falar em "um milhão do Demóstenes". Horas antes, o PSOL entregou ao Conselho de Ética do Senado um pedido de abertura de processo por quebra de decoro parlamentar. E o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquérito contra o parlamentar.
Esperava-se que Demóstenes, sempre ágil para cobrar esclarecimentos do governo, se dispussesse a responder às denúncias publicamente. Em vez disso, tem evitado a imprensa e, desde que as denúncias se agravaram, só se comunicou por uma carta evasiva enviada aos colegas.

Fígado de Adriano preocupa médico do Flamengo

Futebol

Fígado de Adriano preocupa médico do Flamengo

Exames apontaram altas taxas de ácido úrico e colesterol no sangue do jogador. Equipe médica já traça estratégia para recuperá-lo

Adriano ainda precisa de aval do departamento médico do Flamengo Adriano ainda precisa de aval do departamento médico do Flamengo (Daniel Augusto Jr./Fotoarena)
A vida de noitadas, bebedeiras e alimentação desregrada começa a cobrar um preço alto para o jogador Adriano. Exames médicos realizados ainda no Corinthians revelam altas taxas de colesterol e ácido úrico no corpo do atleta, além de alteração no metabolismo - fatores que podem dificultar a recuperação da lesão no tendão de Aquiles e facilitar o surgimento de outras. Por esse motivo, o departamento médico do Flamengo submeteu Adriano a novos testes, cujos resultados saem na semana que vem.

Desde já, a equipe médica traça uma estratégia para levar as taxas desreguladas a patamares normais. Antes de contratá-lo, o Flamengo quer ter certeza da integridade física do ídolo rubro-negro. Segundo o jornal Extra, o médico do Flamengo, José Luiz Runco, está preocupado com um inchaço nos pés do atacante, e manifestou preocupação com o fígado dele.

Com o aval da torcida e da presidente Patrícia Amorim, a contratação do Imperador depende quase que exclusivamente da capacidade de recuperação do jogador. Outro fator em jogo, porém, é a rescisão do contrato dele com o Corinthians, que pode dificultar o acerto com o time carioca. Um advogado já foi escalado pelo craque para cuidar do assunto.